Paulo Fonseca/EFE
Paulo Fonseca/EFE

López e Elicarlos prestam depoimento por ofensa racista

Gremista só saiu do Mineirão após dar sua versão sobre a acusação de Elicarlos, na vitória do Cruzeiro

AE, Agencia Estado

25 de junho de 2009 | 08h51

A primeira partida da semifinal da Copa Libertadores, entre Cruzeiro e Grêmio, virou caso de polícia. Depois do jogo - vencido por 3 a 1 pelos mineiros -, o atacante Maxi López e o volante Elicarlos foram à delegacia do Estádio do Mineirão prestar depoimento. O cruzeirense acusa o argentino de tê-lo chamado de ''macaco'' durante discussão no primeiro tempo.

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As primeiras acusações de Elicarlos foram feitas no segundo tempo da partida, depois que o jogador foi substituído. Ele disse que tomaria providências, e contou com a ajuda da diretoria do clube para que, após o jogo, a polícia entrasse em ação.

Os policiais bloquearam a saída do Mineirão, impedindo que o ônibus do Grêmio deixasse o estádio. Depois de muita discussão, Maxi López foi levado para a delegacia especial do estádio, onde Elicarlos também compareceu. Os dois prestaram depoimento.

O jogador do Grêmio voltou a negar as acusações de ofensa racista. O cruzeirense, por sua vez, confirmou a versão que havia dado quando ainda estava no banco de reservas, enquanto a bola ainda rolava em campo.

Depois de serem ouvidos pelo delegado Daniel Barcelos, os dois atletas foram liberados. A delegação do Grêmio só conseguiu deixar o estádio rumo ao hotel por volta das 2 horas desta quinta-feira. De acordo com o delegado, Maxi López pode ter de prestar novo depoimento, em Porto Alegre.

Atualizado às 12h30 para atualização de informação

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