Lulinha não se sente pressionado com chegada de Rincón

'Lulinha ou Diogo Rincón só o Mano pode dizer, mas dá para ser Lulinha e Rincón", observa o meia de 17 anos

Fábio Hecico, O Estado de S. Paulo

19 de fevereiro de 2008 | 20h03

A chegada de Diogo Rincón é comemorada por Mano Menezes. Com um novo jogador para o meio-de-campo, ele acredita em rendimento maior de seus atuais titulares. E quem mais está pressionado com a chegada do jogador que estava na Ucrânia é Lulinha. Ciente disso, mas sem medo de perder a vaga, ele quer aproveitar os jogos diante de Portuguesa, nesta quarta-feira, e Ponte Preta, no domingo, para mostrar que merece seguir na equipe. "Lulinha ou Rincón só o Mano pode dizer. Mas ele sempre vem dando oportunidades para a gente e quem sabe não mostre que posso ficar. E dá para ser Lulinha e Rincón", observou o meia. Aos 17 anos, ele acredita ter tirado um peso enorme das costas depois de interromper 27 jogos de jejum e enfim marcar seu primeiro gol como profissional. Já foram dois seguidos. Agora, o sorridente jogador só fala em embalar. "Pressionado, o jogador sai 10 vezes na cara do gol e a bola não entra. Agora estou bastante concentrado", afirmou. "Eu e o Dentinho já passamos por muito coisa, tudo aquilo no ano passado (cobrança para salvar o time do rebaixamento à Série B). A gente agora já é experiente." Experiência esta que faltou na hora de revelar qual o pedido de Mano Menezes para furar o forte bloqueio defensivo da Lusa. "Vamos jogar nas costas dos três volantes, com tabelas rápidas entre eu, o André Santos e o Dentinho", disse. "Assim, conseguiremos conquistar os três pontos. E vai ser um passo grande rumo aos primeiros lugares", calculou. "Ele não precisava ser tão sincero. Mas é novo e aprende", repreendeu o treinador. Nesta terça, o time trocou o tradicional rachão das vésperas de jogo por um cansativo treino de finalizações. E pouco acertou o alvo. Para Lulinha, no entanto, o treino serviu bastante. "Nos jogos, estamos tentando e a bola não vem entrando. Após este trabalho, tudo vai ser diferente." Mas, se o resultado foi igual ao do treino, o corintiano vai sofrer mais uma vez, tamanha a falta de pontaria.

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