Lusa tenta fugir da responsabilidade

Apesar de o adversário deste domingo ser o Americano, que obteve apenas 8 dos 33 pontos que disputou, a Portuguesa acha que não tem a obrigação de vencer. "Em qualquer jogo podemos vencer, empatar ou perder. Nesse jogo não será diferente", raciocina o técnico Valdir Espinosa. "Se considerarmos que não podemos perder esta partida, estaremos aceitando que podemos perder as outras", filosofa, ao referir-se ao duelo marcado para as 16 horas, no estádio Godofredo Cruz, em Campos. O zagueiro Rogério Pinheiro sabe como é complicado encarar times fracos. Ele jogou na derrota por 3 a 0 para o Bangu, em Moça Bonita, e chama a atenção para as dificuldades de enfrentar zebras. "Jogando em casa, querem vencer de qualquer jeito", adverte. "Nossa obrigação é continuar com a pegada dos últimos jogos. A vitória virá naturalmente." O time que entrará em campo esta tarde será o mesmo que empatou com o Palmeiras e ganhou da Ponte Preta. O Americano terá um reforço especial neste domingo. Está confirmada a presença do presidente da Federação de Futebol do Rio de Janeiro, Eduardo Viana, no jogo. Ele é torcedor ilustre do time.

Agencia Estado,

23 Março 2002 | 15h25

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