Érico Leonan/São Paulo FC
Érico Leonan/São Paulo FC

Luta contra rebaixamento ‘empaca’ planejamento de 2018 do São Paulo

Situação preocupa o Conselho de Administração do clube, que discutirá o tema na próxima reunião, na segunda

Matheus Lara, O Estado de S.Paulo

30 de setembro de 2017 | 07h00

A reta final da temporada traz uma preocupação a mais para o São Paulo. Por ainda não ter conseguido afastar o risco rebaixamento no Campeonato Brasileiro, o clube avançou pouco no planejamento para 2018. 

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A situação preocupa o Conselho de Administração, que discutirá o tema na próxima reunião, na segunda-feira. Dentro do São Paulo, há pressão para que a diretoria acelere as tomadas de decisão para o próximo ano, mas também há quem defenda o foco na luta contra o rebaixamento.

Nove jogadores têm contrato até o final deste ano e seguem em situação indefinida quanto à permanência no Morumbi na próxima temporada: Jucilei, Dênis, Lugano, Edimar, Wellington Nem, Denilson, Marcinho, Morato e Gilberto. 

Apesar de não haver um posicionamento oficial do clube, a tendência é que a maior parte deles, sem espaço, não renove contrato com o São Paulo. Ainda não ocorreram reuniões da diretoria com a comissão técnica sobre possíveis contratações de reforços para 2018. Dorival Junior defende que a prioridade do time seja a luta contra o rebaixamento.

“Temos um problema que é muito mais sério a curto prazo”, afirmou o treinador. “Não temos o mínimo direito de ficar pensando lá na frente. De repente, esse planejamento não deva ser tão quebrado para o ano seguinte, em razão de muitas situações já terem sido adiantadas. Aí o restante fica para o momento em que tenhamos um refresco dentro da competição, o que espero que aconteça em um momento ou outro.” 

A situação de Dorival ficou mais tranquila depois da melhora do time nos últimos jogos do Brasileirão. Pressionado principalmente após ceder o empate para a Ponte Preta, pela 23.ª rodada, o treinador recuperou parte da confiança da torcida e, internamente, a pressão por sua demissão perdeu força.

O contrato de Dorival vai até dezembro de 2018 e a diretoria defende mantê-lo no cargo durante o próximo ano.

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