Cesar Greco/Ag. Palmeiras
Cesar Greco/Ag. Palmeiras

Luxemburgo cobra atitude dos jogadores do Palmeiras após derrota para o Bragantino

As 11 finalizações do rival contra o gol de Weverton apenas no primeiro tempo irritaram o treinador

Redação, Estadão Conteúdo

03 de fevereiro de 2020 | 07h59

O técnico Vanderlei Luxemburgo criticou a postura dos jogadores do Palmeiras na derrota para o Bragantino por 2 a 1, no último domingo, fora de casa, pela quarta rodada do Campeonato Paulista.

"Faltou de atitude. No intervalo eu pedi atitude de Palmeiras, quem joga no Palmeiras querendo alguma coisa. Os jogadores não têm que ter vergonha de falar que faltou atitude. Eles têm que entender o seguinte: o que fizemos para poder ganhar? Não fizemos absolutamente nada. Então ponto", criticou.

A irritação do treinador se deu, principalmente, pela postura demonstrada no primeiro tempo, quando o Bragantino terminou vencendo parcialmente por 1 a 0 e teve 11 finalizações contra o gol de Weverton. Insatisfeito com o rendimento do time na etapa inicial, Luxemburgo fez duas alterações na votla para o segundo tempo e voltou a campo com Zé Rafael e Willian. "No intervalo eu cobrei que tivéssemos atitude de jogador que está no Palmeiras buscando alguma coisa. Foi diferente, a gente fica satisfeito porque tentaram".

"Mas totalmente insatisfeito porque não se pode jogar desta forma em um campeonato onde existe uma classificação que, se você for primeiro lugar, você leva vantagem. Não dá para jogar com o resultado passado", completou.

Mas, antes mesmo que o Palmeiras reagisse, logo aos dois minutos do segundo tempo, Zé Rafael derrubou Edimar dentro da área e o árbitro marcou pênalti, convertido por Ytalo. "O pênalti veio em um momento ruim, mas faz parte do futebol. Ele não conseguiu frear, tinha que parar e negociar o espaço. O Zé Rafael é um jogador que não está acostumado a jogar nessa posição. Aí ficamos no prejuízo", lamentou.

Antes da bola rolar, Vanderlei Luxemburgo foi homenageado pela diretoria do Bragantino com uma placa e uma camisa, número 90. O treinador foi campeão estadual comandando o time do interior em 1990. "Está na minha história, foi o primeiro título importante que ganhei. Talvez o mais importante, abriu as portas. É o conhecimento de um trabalho".

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