Ricardo Ayres/Photocamera
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Luxemburgo cobra rescisão de Koff e é detonado pelo presidente gremista

Treinador diz que cartola o demitiu porque quis e ameça ir à Justiça para receber seu dinheiro

O Estado de S.Paulo

12 de outubro de 2013 | 22h43

RIO - Vanderlei Luxemburgo festejou muito o empate no Fluminense contra o Grêmio no Maracanã, sobretudo porque o gol de Sóbis aconteceu na última tentativa do time carioca. O jogo no Rio também marcou o reencontro do treinador com os dirigentes que o demitiram do Grêmio, principalmente o presidente Fábio Koff. Luxemburgo detonou a gestão do presidente gremista e revelou, em entrevista, que ainda não havia recebido sua rescisão, marcada para julho. Depois que deixou o Grêmio, dirigentes disseram que ele fez um "trabalho precário" no clube.

"Saí porque o presidente Fábio Koff cismou que eu tinha de sair do Grêmio", disse Luxemburgo. "Koff ganhou a eleição do Grêmio e então eu era um estranho no ninho. Fui contratado por uma gestão anterior. O doutor Fábio simplesmente me mandou embora, decisão dele, lamento. O presidente é um juiz de direito, juiz julga e preza pelo certo, direito das pessoas que estão certas. Ele tem de me pagar ainda porque eu trabalhei. Se não quer pagar, vamos para a Justiça."

Luxemburgo não aliviou para o cartola gremista, mas também teve sua resposta na mesma moeda. Em entrevista à Rádio Bandeirantes, Koff manteve dua postura de que Luxemburgo não havia feito um bom trabalho no Grêmio. "Não é coisa política coisa nenhuma, ele não tem nem de intervir na política do Grêmio. Ele era um empregado e não correspondeu. Não trabalhou como nós achávamos que ele deveria trabalhar. O Luxemburgo que procure um clube e seja feliz. Não tenho nada contra ele. Como treinador, ele não correspondeu, aliás não tem correspondido. Faz dez anos que ele não ganha nada", disparou Koff. "Foram os resultados que demitiram o Luxemburgo. Foi a precariedade do trabalho."

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