Luxemburgo cobra rescisão e presidente gremista rebate

Vanderlei Luxemburgo festejou muito o empate do Fluminense por 1 a 1 com o Grêmio, na noite de sábado no Maracanã, pela 28ª rodada do Campeonato Brasileiro, sobretudo porque o gol de Rafael Sóbis aconteceu na última tentativa do time carioca, mas não apenas por isso. O jogo no Rio também marcou o reencontro do treinador com os dirigentes que o demitiram do Grêmio, incluindo o presidente Fábio Koff, no fim de junho. Luxemburgo detonou a gestão do presidente gremista e revelou, em entrevista, que ainda não havia recebido sua rescisão.

AE, Agência Estado

13 de outubro de 2013 | 08h45

"Saí porque o presidente Fábio Koff cismou que eu tinha de sair do Grêmio", disse Luxemburgo. "Koff ganhou a eleição do Grêmio e então eu era um estranho no ninho. Fui contratado por uma gestão anterior. O doutor Fábio simplesmente me mandou embora, decisão dele, lamento. O presidente é um juiz de direito, juiz julga e preza pelo certo, direito das pessoas que estão certas. Ele tem de me pagar ainda porque eu trabalhei. Se não quer pagar, vamos para a Justiça."

Luxemburgo não aliviou para o cartola gremista, mas também recebeu resposta na mesma moeda. Em entrevista à Rádio Bandeirantes, Koff teve postura dura e disse que o técnico não havia feito um bom trabalho no Grêmio. "Não é coisa política coisa nenhuma, ele não tem nem de intervir na política do Grêmio. Ele era um empregado e não correspondeu. Não trabalhou como nós achávamos que ele deveria trabalhar. O Luxemburgo que procure um clube e seja feliz. Não tenho nada contra ele. Como treinador, ele não correspondeu, aliás não tem correspondido. Faz dez anos que ele não ganha nada", disparou Koff. "Foram os resultados que demitiram o Luxemburgo. Foi a precariedade do trabalho."

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