Luxemburgo destaca poder de reação do Palmeiras

O empate do Palmeiras diante do Atlético-PR, neste sábado, foi comemorado pelo técnico Vanderlei Luxemburgo. O clube paulista conseguiu chegar ao 2 a 2 somente no último minuto, com gol do atacante Keirrison.

JÚLIO CÉSAR LIMA, Agencia Estado

20 de junho de 2009 | 19h51

Para o treinador, o Palmeiras mostrou que a eliminação na Copa Libertadores para o Nacional (URU) já foi superada. "Conhecendo o grupo da forma que eu conheço, não tinha dúvida nenhuma de que reagiríamos", explica Luxemburgo.

"A gente ficou um pouco triste, o que é normal. Mas os jogadores estão com a cabeça no lugar e o foco é o Brasileirão. Demonstramos muita garra, com todos os fatores contra, e conseguimos o empate na Arena", completou.

Luxemburgo ainda prometeu empenho para conquistar o Brasileiro. "Quero ganhar esse título para a torcida que me critica. No futebol, quem ganha é o clube e o torcedor. Infelizmente uma única pessoa não consegue agradar a todos".

Apesar da satisfação com o resultado, o técnico não evitou críticas à arbitragem. Para Luxemburgo, um erro cometido pelo árbitro Alicio Pena Junior, no segundo tempo, poderia ter custado a reação do time. "Ele falhou duas vezes, por ter seguido a orientação de seu auxiliar". Na jogada, o juiz assinalou impedimento sobre Obina, que estava em posição regular e marcou o que seria o segundo gol palmeirense.

O gerente de futebol do clube, Toninho Cecílio, criticou o assistente Guilherme Dias Camilo, responsável pela marcação. "Ele cometeu um erro, uma ignorância da lei. Ele atropelou a regra, se precipitou, o Obina estava a três metros. Ele é um auxiliar honesto, tem sua família, mas hoje ele errou. Vamos protocolar esse pedido para que ele não trabalhe mais nos jogos do Palmeiras", avisou.

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