Rafael Ribeiro/Vasco
Rafael Ribeiro/Vasco

Luxemburgo explica saída de Guarín no clássico: 'Não está em sua plenitude'

Vindo do futebol chinês, volante iniciou o confronto contra o Fluminense, mas foi substituído no intervalo

Redação, Estadão Conteúdo

03 de novembro de 2019 | 11h46

Mesmo se mostrando um tanto satisfeito com o ponto conquistado no clássico deste sábado diante do Fluminense, no Maracanã, o técnico do Vasco, Vanderlei Luxemburgo, admitiu que errou ao escalar o volante Fredy Guarín desde o início na partida, válida pela 30.ª rodada do Campeonato Brasileiro e terminada sem gols.

O técnico optou por escalar o colombiano desde o início com mais liberdade em campo, à frente de Richard e Bruno Gomes, que ficaram encarregados de ficar mais na contenção. Entretanto, já no intervalo, optou por tirar o ex-jogador da Inter de Milão, que estava no futebol chinês, e Gomes - este já tinha um cartão amarelo no jogo - para colocar em campo Raul e Marcos Junior, respectivamente.

"O Guarín está vindo para o Brasil, vem de muito tempo parado, e talvez não deveria ter iniciado o jogo, precisava dar uma respirada. É um grande jogador, mas ainda não está em sua plenitude", explicou o comandante vascaíno, em entrevista coletiva ainda no Maracanã.

Para Luxemburgo, que não escondeu mais uma vez a missão principal de livrar o time carioca do rebaixamento, o placar de 0 a 0 não chegou a ser ruim. "O resultado não era o que queríamos, mas o importante é que o adversário ficou parado e a distância se manteve", expôs o treinador, olhando para os 39 pontos de sua equipe e os 31 do rival, que está na zona do descenso.

"O meu time está jogando para se manter na primeira divisão. Não menti para nenhum de vocês. Não tenho elenco para poder brigar por outra coisa senão para tirar da confusão", reiterou.

Sobre o próximo compromisso da equipe de São Januário, que será diante do vice-líder Palmeiras, em casa, na próxima quarta-feira, Luxemburgo prevê dificuldades, mas já projeta o confronto diante de uma equipe que não irá ao Rio menos pressionada do que seus comandados.

"É um confronto que a gente precisa ganhar, e eles também, até para conseguirem se manter na briga pelo título e na caça ao Flamengo. Vamos ver o que vai acontecer na quarta-feira. Vamos buscar o resultado. Será um jogo tecnicamente muito complicado, pois o Palmeiras possui um time muito bom", concluiu.

Encontrou algum erro? Entre em contato

Tendências:

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.