Luxemburgo fala em Libertadores e pede paz com torcida

O técnico Vanderlei Luxemburgo assumiu o comando do Santos pela quarta vez, nesta segunda-feira, com dois objetivos bem definidos: levar o clube à Libertadores de 2010 e fazer as pazes com a torcida, que tem se notabilizado pelos protestos contra os jogadores nas partidas mais recentes.

AE, Agencia Estado

20 de julho de 2009 | 13h37

"O objetivo é colocar o Santos na Libertadores, que é a elite do futebol Sul-Americano. É claro que os adversários estão bem preparados e acima de nós na tabela, mas com trabalho e sacrifício vamos recolocar o Santos onde ele deve estar, que é no grupo da frente", disse Luxemburgo.

O treinador, que assume o Santos pela quarta vez na carreira, encontrará uma equipe com ambiente interno complicado - nos últimos meses, já houve discussões no vestiário e troca de farpas entre jogadores. Na tabela do Campeonato Brasileiro, o clube ocupa a 13? Posição, com 14 pontos.

Luxemburgo estreará na 13ª rodada do torneio, contra o Atlético-PR, na Vila Belmiro. Ele espera que o jogo marque o início de um período de paz entre a torcida e os atletas do clube. "Temos um jogo na quarta-feira, um jogo muito importante, e a torcida vai ter que ser parceira da equipe. A torcida recebeu o time de forma muito dura após a derrota para o Vitória e também foi muito dura depois do empate com o Barueri", disse.

"Para nos recuperarmos, temos que ver daqui pra frente. E pra isso é preciso ter a torcida como aliada. A Vila Belmiro não pode ser uma casa que os adversários não nos respeitem. Os adversários vão ter que respeitar nosso time tanto na Vila quanto fora", afirmou o técnico, que substitui Vagner Mancini no cargo. Nas duas últimas partidas - 3 a 3 com o Barueri e derrota por 2 a 1 para o São Paulo -, Serginho Chulapa comandou o time interinamente.

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