Luxemburgo vê sufoco normal e elogia postura gremista

O técnico Vanderlei Luxemburgo minimizou a pressão sofrida pelo Grêmio durante a vitória por 1 a 0 sobre o Barcelona, em Guayaquil, no Equador, no jogo de ida das oitavas de final da Copa Sul-Americana. Ele lembrou que vários jogadores do time nunca haviam disputado uma partida internacional, mas conseguiram suportar o sufoco e garantir o triunfo, definido com o gol feito pelo zagueiro Werley.

AE, Agência Estado

27 de setembro de 2012 | 10h53

"O jogador tem que ser macho", disse. "Tem que fazer como os nossos amigos sul-americanos, que fazem cera. Temos que aprender. Hoje tinha muitos jogadores que nunca tinham passado por jogos internacionais, Tony, Fernando, Anderson Pico, Vilson...", completou.

De acordo com Luxemburgo, a expulsão de Tony impediu que o Grêmio fosse mais ofensivo diante do Barcelona. "Poderíamos ter tentado o contra-ataque, mas tivemos um jogador expulso. Como eu iria colocar o time para sair se poderia sofrer um gol a qualquer momento? Nos fechamos e levamos sufoco, mas será assim com qualquer um que vier aqui", disse.

Para o treinador, as dificuldades eram esperadas diante da importância dada pelo time equatoriano ao jogo. "O Barcelona jogou a vida deles. Era a chance de tirar o Grêmio da competição, o mundo inteiro estava vendo o jogo e eles não ganham nada há muito tempo. Jogaram duro, mas sem violência. Foi normal", comentou.

Com a vantagem de ter vencido no Equador, o Grêmio vai receber o Barcelona em 24 de outubro, no Estádio Olímpico, e precisa de apenas um empate para avançar às quartas de final da Copa Sul-Americana. No Campeonato Brasileiro, o time gaúcho volta a entrar em campo no domingo, em casa, contra o Santos.

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