Mais ponderado, Vampeta diz que espera ansioso o clássico

Mesmo com ordens de Nelsinho, volante não se segura, provoca o São Paulo, e até Kaká entra na brincadeira

Fábio Hecico, Estadão

05 de outubro de 2007 | 19h57

"Nelsinho me segurou, não posso falar nada, não", assim, Vampeta apareceu para entrevista coletiva nesta sexta-feira. Com discurso moderado, mostrando serenidade, o volante preferiu apelar para o chavão 'jogar ao invés de provocar' os rivais, contra quem garante estar invicto desde 2002. "Sempre gostei de jogar esse clássico, ainda mais agora perto de parar. Me preparei tanto para ele, mas estou aqui para ajudar", afirmou Vampeta, garantindo não saber o que é perder do São Paulo desde o dia 1.º de maio de 2002, na volta da Copa do Brasil, na qual o time perdeu por 2 a 1 mas levou a vaga. "Quero manter esse meu tabu pessoal. Nem quando estava no Brasiliense perdi para eles. Empatei em casa por 3 a 3 e ganhei aqui por 2 a 1", garantiu, dizendo ser um bom moço.  "Eu não faço provocações. Mas não posso falar que vou perder para o São Paulo. E se me pedem para dar entrevista antes do clássico, mesmo sem saber se vou jogar, é por que sou o último dos Moicanos daquele time vencedor [da última vitória, na decisão Paulista de 2003]. O Marcelinho e o Rogério estão no Santo André, Dida no Milan, Edílson no Vitória, Fábio Luciano no Flamengo, e o Rincón parou." Mesmo assim ainda deixou escapar uma cutucada nos rivais, sem se importar com os 14 jogos do tabu (9 derrotas e 5 empates). "Antes a gente que batia demais, agora...", lembrou. "São dois adversários que eu mais gosto e dou sorte de enfrentar: São Paulo e Atlético-MG. E se o Kaká está mais rico, eleito o melhor do mundo, que agradeça ao Corinthians, naquela época [ficou no clube do Morumbi até 2003] a gente sapecava eles de quarta, de domingo e na outra quarta. Chamaram o Kaká e o time de pipoca e ele acabou indo de graça para o Milan [na verdade, por US$ 8 milhões]."

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