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Mais 'rodado' da seleção, Kaká não faz planos para o futuro

Meia diz estar aproveitando o retorno à equipe e prefere não ficar pensando apenas na próxima Copa do Mundo, daqui a quatro anos

Raphael Ramos - Enviado especial a Pequim, O Estado de S. Paulo

08 de outubro de 2014 | 07h08

Kaká se apresentou à seleção brasileira nesta quarta-feira, em Pequim, na China, para o Superclássico das Américas, contra o Argentina, sem fazer planos para o futuro. O foco do meia do São Paulo está apenas no jogo de sábado, no Ninho do Pássaro, e no amistoso com o Japão, em Cingapura.  

Convocado semana passada para a vaga de Ricardo Goulart, do Cruzeiro, machucado, Kaká tem 32 anos e na Copa do Mundo da Rússia, terá 36. "Faço planos na minha carreira de curto, médio e longo prazo. Nesse momento de transição da seleção, tenho de pensar a curto prazo, o quanto eu posso contribuir. Se eu posso contribuir a longo prazo, vai depender de cada passo desse curto período. Agora, tenho de pensar nesses dois amistosos, depois nos de novembro. No ano que vem tem Copa América, Eliminatória. É um passo de cada vez. Eu ainda posso acrescentar muito e ajudar a seleção", disse.

Kaká chegou a Pequim com Juan, Marcelo Grohe e Souza. Tanto no hotel como no aeroporto, o meia foi bastante assediado pelos torcedores chineses. "É a terceira vez que venho aqui. Vim uma vez com o Real Madrid e outra de férias para passar uma semana. Das outras vezes, fui recebido dessa forma. Dessa vez, foi surpreendente. Não esperava uma recepção tão calorosa."

Com a experiência de ter disputado as Copas de 2002, 2006 e 2010, Kaká é o jogador mais "rodado" do grupo convocado por Dunga. E espera ser importante não só dentro de campo. "Na parte técnica, tática, dentro de campo, da forma que eu venho contribuindo no São Paulo. Minha convocação é por aquilo que eu venho fazendo no clube. Fora de campo, com a minha liderança, experiência, maturidade, aquilo que realizei na seleção  no período de três Copas do Mundo".

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