Manchester City não vive no mundo real, diz Wenger

O técnico do Arsenal, Arsene Wenger, disse que o Manchester City não vive no mundo real, depois das reportagens que disseram que o clube inglês ofereceu mais de 100 milhões de libras (146,2 milhões de dólares) pelo jogador Kaká, do Milan. "Eu não me identifico nem um pouco com a oferta, porque sou de um time de futebol que vive no mundo real", disse Wenger na quinta-feira, segundo o site do Arsenal (www.arsenal.com). "As implicações (da taxa de transferência) seriam um distúrbio no mercado. Uma tendência inflacionária em um mundo deflacionário", disse o francês. O canal de TV do Milan disse na quinta-feira que o clube considera uma oferta do Manchester City pelo jogador brasileiro de 26 anos. "Estamos em um mundo onde existem três tipo de receita --venda de ingressos, patrocínio e dinheiro da televisão", disse Wenger. "Este é o mundo real do futebol". "O Manchester City vive num mundo diferente porque eles não vivem com a sua renda". Mark Hughes, técnico do Manchester City, disse a repórteres na quinta-feira que as negociações para a contratação de Kaká ainda estão de pé. O Manchester City é o time de futebol mais rico do mundo, depois de ser comprado pelo grupo Abu Dhabi United.

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