Manchester City teve déficit de US$ 150 milhões

O Manchester City anunciou nesta quarta-feira que terminou a temporada 2008/2009, a primeira sobre gestão do xeque Mansour, com um déficit de cerca de US$ 150 milhões. O magnata, porém, assumiu as dívidas do clube, como forma de deixar o clube inglês em acordo com a futura legislação sobre finanças da Uefa.

AE-AP, Agencia Estado

06 de janeiro de 2010 | 13h41

O membro da família real de Abu Dabi investiu 394,5

milhões de libras desde a compra do clube, altamente endividado, em agosto de 2008, em uma tentativa de colocar o Manchester City no rumo dos títulos.

Após a aquisição, em agosto de 2008, Mansour imediatamente financiou gastou 42,5 milhões de euros com a compra de Robinho junto ao Real Madrid. Além disso, fez grandes investimentos durante a janela de transferências de janeiro.

"Os resultados financeiros refletem as rápidas mudanças no clube e o planejamento de mudança a longo prazo do conselho de administração e dos proprietários para assegurar um modelo econômico viável no futuro", disse Graham Wallace, diretor financeiro do Manchester City. "Sempre dizemos que essa transformação iria durar vários anos e é o que refletem as cifras", completou o dirigente.

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