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Mancini aponta ataque como responsável por boa fase

Treinador compara time atual, com a equipe que tinha Robinho e Diego, campeã brasileira em 2002

Vitor Marques, Agencia Estado

19 de abril de 2009 | 19h26

SÃO PAULO - O Santos chegou à decisão do Campeonato Paulista amparado pelo bom futebol de seu "quadrado mágico". Madson, Paulo Henrique Ganso, Neymar e Kléber Pereira cresceram de produção na reta final, em especial nas duas vitórias sobre o Palmeiras, na semifinal.

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Com essa base, o técnico Vágner Mancini projetou um time mais ofensivo, estilo bem diferente do de seu antecessor, Márcio Fernandes. "Meu começo no Santos não foi fácil, mas hoje a equipe joga ofensivamente." O técnico também elogiou a versatilidade desses jogadores. "Madson e Neymar têm facilidade para jogar pelos dois lados do campo. E o Paulo Henrique faz o ataque funcionar."

Essa troca de posições foi fundamental na vitória de sábado sobre o Palmeiras, por 2 a 1. Neymar e Madson mudavam de lado a todo o instante e, com piques sucessivos, confundiam a defesa palmeirense. "O Madson é um jogador fundamental no nosso esquema. Seu estilo de jogo se encaixou bem com o de Neymar", disse Mancini.

Até a lembrança do time campeão brasileiro de 2002, liderado por Diego e Robinho, passa pela cabeça do treinador santista. "É impossível não lembrar daquele time, vejo algumas semelhanças porque foram elencos formados com jogadores jovens."

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