Marcos Arcoverde/AE
Marcos Arcoverde/AE

Mancini diz que barrou Neymar para segurar Fluminense

Técnico do Santos começou o jogo com Molina para congestionar o meio-de-campo, no Estádio do Maracanã

Leonardo Maia, Agencia Estado

24 de maio de 2009 | 19h31

A escalação do colombiano Molina no lugar do garoto Neymar foi a principal novidade na escalação santista na vitória por 4 a 1 sobre o Fluminense, no Maracanã. O técnico Vágner Mancini explicou que decidiu barrar a promessa para congestionar o meio-de-campo.

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"A estratégia sempre é boa quando dá certo", disse. "Sabíamos que precisávamos parar o meio de campo do Fluminense, com o Thiago Neves, o Conca. Queria mais um homem no setor para ajudar na marcação e deu certo."

Mancini fez questão de afirmar que a alteração não é algo definitivo, e vai depender de cada adversário, de o time jogar na Vila Belmiro ou fora de casa. "A saída do Neymar não é definitiva, vai depender de cada situação. Não tenho apenas 11 jogadores. O Molina está jogando muito bem e fora de casa, às vezes, você precisa de mais homens no meio campo", justificou.

O treinador, que se mostrou ciente, porém, de que haverá pressão sobre ele para que o jovem de 17 anos esteja em campo, e sua intenção é preservá-lo neste início de carreira.

"Nós hoje temos um dilema. Se o Neymar joga ou não. Mas temos que passar para ele que é uma peça fundamental dentro do elenco, não apenas dentro do time. O Neymar jogou apenas 10 minutos e participou de dois gols", disse Mancini.

"Acho que é importante ele vivenciar esse lado de começar no banco e recuperar sua vaga. Estou muito tranquilo. O Neymar tem boa cabeça, sabe que vai oscilar nesse início. A imprensa cobra muito dele e ele vai responder bem. Estamos tentando ser muito inteligentes, utilizando-o na medida certa, na hora certa", ponderou.

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