Mancini escala Fabiano Eller e mantém Molina no time

O zagueiro Fabiano Eller não vai mais embora e voltou a formar a dupla de zagueiros com Fabão, no primeiro coletivo da semana, nesta quinta-feira. Outra novidade do técnico Vágner Mancini foi a fixação de Molina ao lado de Kléber Pereira. Neymar treinou entre os reservas e deverá ficar no banco no clássico contra o Corinthians, domingo, na Vila Belmiro.

SANCHES FILHO, Agencia Estado

28 de maio de 2009 | 19h19

O clima entre os jogadores é de confiança depois da vitória por 4 a 1 contra o Fluminense, no Maracanã, domingo passado. Como Ronaldo cumprirá suspensão domingo e Mano Menezes anunciou que vai poupar a maioria dos titulares, os santistas não querem deixar escapar a oportunidade de devolver a derrota na final do Campeonato Paulista.

"Esse jogo significa muito para a gente. Principalmente para mim que não pude jogar na decisão na Vila Belmiro por causa do terceiro cartão amarelo. Mas apesar da importância, não temos que levar situação de revanche para dentro de campo. Futebol é jogado com sabedoria. O lado de vingança é ruim", ponderou Roberto Brum.

Com a reintegração de Fabiano Eller, a alegria do grupo aumentou. O zagueiro disse nesta quinta que não houve acerto para a sua transferência para o São Paulo ou para o Grêmio, embora as propostas fossem vantajosas, e que vai continuar no Santos até o fim do ano.

"Cheguei a aceitar o que me ofereciam, mas vi o lado do Santos que não ganharia nada", disse o zagueiro. Ele também não concordou em reduzir em um terço o seu salário atual para rescindir o contrato que termina em dezembro e assinar outro de um ano e meio de duração.

"Não tenho nada acertado para o ano que vem", assegurou. Quanto ao salário, ele reconhece que os valores são altos. "Só que as pessoas esquecem que vim de graça. O clube não gastou nada comigo. Não tive luvas, abracei uma causa no rebaixamento, tive proposta do Internacional para receber mais, mas honrei a palavra que tinha dado ao Cuca (ex-treinador do Santos)".

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