Rubens Chiri/São Paulo
Rubens Chiri/São Paulo

Mancini minimiza vaias e quer São Paulo reconquistando o torcedor

Torcida protesta antes e depois do empate com o Red Bull por 1 a 1, no Morumbi

Redação, O Estado de S.Paulo

24 de fevereiro de 2019 | 21h54

A torcida do São Paulo perdeu a paciência com o time neste início de temporada. O empate por 0 a 0 com o Red Bull Brasil, no Morumbi, deixa o time em terceiro lugar do Grupo D, fora da zona de classificação.

No intervalo e após o jogo a torcida não perdoou e ecoou uma sonora vaia ao time. Os protestos, aliás, começaram antes da partida, com parte da torcida cobrando a saída do presidente Leco, do diretor Raí e de alguns jogadores, entre eles Diego Souza e Nenê. O meia foi vaiado durante o aquecimento atrás do gol e quando entrou em campo no segundo tempo.

"O torcedor tem sofrido muito, não só com as atuações, mas com o início do ano. Temos de reconquistá-los. Como? Jogando futebol, nos entregando em campo, mostrando que estamos a fim de mudar e fazer um ano vitorioso", disse Mancini.

"Vi momentos que a torcida jogou junto com a gente, ela conseguiu fazer com que atletas tirassem um pouco mais. Se em alguns momentos houve uma vaia ou outra, ao longo do jogo vi a torcida incentivando. Acho que essa conquista, ou reconquista, está muito da nossa parte do que deles", completou.

 

 

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