Mano diz que 'insegurança' sobre 2017 fez jogadores trabalharem mais no Cruzeiro

'Foi um trabalho de recuperação, mais uma vez', afirma treinador

Estadão Conteúdo

09 de dezembro de 2016 | 18h37

Livre do rebaixamento e sem condições de ir à Libertadores, o Cruzeiro entra em campo na última rodada do Campeonato Brasileiro, domingo, contra o Corinthians, sem maiores ambições. Se engana, no entanto, quem espera uma equipe desmotivada. O técnico Mano Menezes garantiu que o trabalho ao longo da semana foi bastante intenso, até pela insegurança de boa parte do elenco sobre a permanência para 2017.

"Não poderia ser diferente. Tivemos um ano complicado e os jogadores sabem disso. Sabem que estamos tomando decisões importantes nessa hora e muitos deles fazem parte disso. Essa insegurança faz os jogadores se manterem focados. Não faz sentido ficar trabalhando só por trabalhar. Os jogadores estão muito comprometidos e isso me deixa feliz. Terminar trabalhando em alto nível é muito bom", comentou nesta sexta-feira.

Em relação ao próprio trabalho, Mano teve mais tranquilidade para fazer um balanço. Como na reta final de 2015, o treinador foi contratado para tirar o Cruzeiro da zona de rebaixamento neste ano e, novamente, teve êxito. Por isso, ele se disse satisfeito com sua participação.

"Foi um trabalho de recuperação, mais uma vez. Acho que parte dessa recuperação foi boa, alentadora. Eu diria que aponta para uma realidade melhor ano que vem. Parte dela não foi tão boa, oscilamos um pouco. Sob pressão é difícil, mas voltamos a ter aproveitamento da parte de cima do campeonato e encerramos bem", considerou.

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