Vinnicius Silva/Cruzeiro
Vinnicius Silva/Cruzeiro

Mano exalta semana positiva e vê Cruzeiro mais forte para 2º jogo na Libertadores

Equipe enfrenta o Deportivo Lara, da Venezuela, na quarta-feira

Redação, Estadão Conteúdo

10 de março de 2019 | 22h02

A semana foi positiva para o Cruzeiro, que conquistou duas vitórias importantes. Passou pelo Huracán, na Argentina, em sua estreia na Copa Libertadores, e neste domingo à tarde bateu o Tombense, por 2 a 0, no Mineirão. Para o técnico Mano Menezes, é o momento de juntar "todos os pontos positivos do trabalho e crescer em campo, ter mais volume e conquistar uma segunda vitória na Libertadores".

O Cruzeiro volta a campo na próxima quarta-feira, às 19h15, no Mineirão, para defender a liderança do Grupo B diante do Deportivo Lara, da Venezuela. "Descobrimos que o Huracán nunca tinha perdido pra um time brasileiro lá no campo deles. Isso valoriza a nossa conquista. Jogamos bem lá e acho que o time também se comportou muito bem, coletivamente, diante da Tombense. A cada dia vou ganhando mais opções dentro do elenco e sempre repito que é preciso utilizar todos os jogadores para atingirmos os objetivos de conquistar títulos", afirmou Mano Menezes, em entrevista coletiva.

Sobre o jogo contra a Tombense, o treinador elogiou o coletivo do time. Fez questão de destacar também que o goleiro Rafael, herói da tarde, ao fazer grandes defesas e defender um pênalti. O comandante ainda confirmou que o atleta foi procurado por um grande clube brasileiro. "Nós fomos consultados e não o liberamos, porque precisamos ter ele e o Fábio em perfeitas condições", explicou o técnico, que também gostou da movimentação do jovem Vinícius Popó e do velocista David. Ele sofreu um pênalti e marcou um gol.

NOVO CONFLITO

Mano voltou a se exaltar durante o jogo. Ele reclamou de Giuliano Bozzano, representante de arbitragem da Federação Mineira de Futebol, e os dois tiveram uma discussão em campo. No final, Mano explicou o que aconteceu. "Fui reclamar de um gol de Marquinhos Gabriel no final do primeiro tempo e que foi legal. O Giuliano veio me dizer que era gaúcho e que ninguém ia ganhar dele no grito. Só isso".

No meio de semana, Mano também foi expulso na partida contra o Huracán. "Lá eu reclamei porque teve um lance em que o Rafinha levou uma entrada dura e que poderia até sofrer uma fratura. O banco de reservas deles entrou em campo cinco vezes e o juiz não falou nada, mas quando eu reclamei acabei expulso. Na Libertadores é assim mesmo. O time da casa é sempre favorecido. Estou ficando calejado", concluiu.

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