Cruzeiro
Cruzeiro

Mano faz mistério e fecha treino, mas promete Cruzeiro ofensivo na final

Técnico esconde escalação que vai a campo diante do Atlético-MG no domingo, no Independência

Estadao Conteudo

30 de março de 2018 | 14h18

A dois dias para a primeira partida da final do Campeonato Mineiro, o técnico Mano Menezes optou pelo mistério e fechou a atividade do Cruzeiro nesta sexta-feira à imprensa. O treinador permitiu que os jornalistas acompanhassem somente o aquecimento dos atletas e escondeu a escalação que vai a campo diante do Atlético-MG no domingo, no Independência.

+ Mais notícias do Cruzeiro

"Os dois lados se conhecem e dificilmente você vai fazer algo diferente em termos de formação ou posicionamento tático que surpreenda o adversário. O objetivo é tratar questões estratégicas especificas do jogo. Isso é possível e pode significar alguma surpresa que pode decidir um jogo igual como este. Você trabalha bola parada, estratégia", afirmou.

Nos minutos em que Mano liberou as imagens, foi possível ver a participação de Dedé, recuperado de um incômodo muscular, e Edílson, que vem de um longo período afastado por dores no joelho. Apesar disso, a tendência é que o zagueiro fique apenas como opção entre os reservas, enquanto o lateral sequer deve ser relacionado para a primeira partida da final.

Desta forma, o técnico celeste deve escalar o Cruzeiro no domingo com: Fábio; Lucas Romero, Léo, Murilo e Egídio; Henrique, Ariel Cabral, Robinho, Thiago Neves e Rafinha; Raniel. Independente da formação, Mano garantiu a manutenção de um estilo ofensivo, mesmo tendo a vantagem de jogar por dois empates.

"O Cruzeiro toma iniciativa e, mesmo precisando do resultado, o adversário pode esperar um pouco mais", projetou. "Cruzeiro vai tentar ser na final o que foi até aqui. Falo que vai tentar porque do outro lado vai ter gente que quer evitar que você faça seu melhor. É assim o confronto, e quem fizer melhor vai ser campeão mineiro."

O treinador também fez questão de elogiar a evolução do rival, que começou muito mal o Estadual mas chega embalado à decisão. "Equipes grandes como Cruzeiro e Atlético-MG não trabalham só de forma reativa. Em determinados momentos é necessário propor o jogo. E é natural que nosso adversário tenha crescido, pois não ia se manter como começou, quando abrimos 13 pontos."

Encontrou algum erro? Entre em contato

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.