Washington Alves / LightPress / Cruzeiro
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Mano faz mistério no Cruzeiro, mas confirma Edílson e Fred como titulares

Equipe enfrenta o Tombense no próximo sábado pela quarta rodada do Campeonato Mineiro

Estadão Conteúdo

26 Janeiro 2018 | 20h22

O técnico Mano Menezes preferiu não confirmar a escalação do Cruzeiro para encarar o Tombense, neste sábado em Ipatinga. O treinador escondeu o time que atuará pela quarta rodada do Campeonato Mineiro e admitiu a possibilidade de poupar alguns nomes, mas adiantou dois que serão titulares: o lateral-direito Edílson e o atacante Fred.

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Mano considerou que estes jogadores são aqueles que mais estão precisando de ritmo de jogo e, por isso, garantiu a permanência deles na equipe. "Vou manter Edílson e Fred, pois depois temos uma semana inteira até o clássico com o América-MG (no domingo seguinte). A recuperação poderá ser boa", declarou.

Especificamente sobre Fred, Mano explicou que o tempo em campo é importante para o atacante recuperar sua melhor forma. Principal contratação do clube para a temporada, o jogador atuou durante os 90 minutos das três partidas do Cruzeiro até o momento e já começa a ouvir as primeiras cobranças por ainda não ter balançado as redes.

"Se eu não me engano, vi uma entrevista dele (Fred) em que disse que em cinco jogos estaria em boas condições. Vou dar os cinco jogos para ele ficar voando. Enquanto estiver em boas condições, sem risco, tudo que puder colocar em minutos de jogo para ele, será bom", comentou.

O treinador também minimizou mais um jogo em que o atacante passou em branco, diante do Uberlândia, na última quarta-feira. "O problema não foi a ansiedade, foi o Felipe (goleiro do Uberlândia). Não dá para combinar com o goleiro adversário. Daqui a pouco, ela passa pela linha fatal."

Já o caso de Edílson é diferente. O lateral estreou com a camisa do Cruzeiro justamente neste meio de semana e ainda recupera a forma física após ter menos tempo de férias, por ter disputado o Mundial de Clubes com o Grêmio em dezembro. Contra o Uberlândia, Mano chegou a pedir para que ele diminuísse o ritmo.

"Meu pedido para ele foi para jogar um pouco menos. Normalmente, o técnico pede para jogar mais. Se você vai 20 vezes na linha de fundo, não quer dizer que você vai fazer 20 grandes jogadas. Mas vai tomar 15 bolas nas costas, e aí precisa deslocar lateral, volante para cobrir. Ele e o Egídio têm que alternar o apoio", disse o treinador.

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