Vinnicius Silva / EC Cruzeiro
Vinnicius Silva / EC Cruzeiro

Mano lamenta revés do Cruzeiro 'por detalhes': 'Rival chutou 2 bolas no gol'

Técnico minimiza derrota para o São Paulo, em casa

Estadao Conteudo

30 de julho de 2018 | 09h20

Assim como aconteceu na última quarta-feira contra o Corinthians, fora de casa, o Cruzeiro foi derrotado pelo São Paulo, no domingo, no estádio do Mineirão, em Belo Horizonte, por detalhes. Esta é opinião do técnico Mano Menezes, que lamentou muito mais uma derrota no Campeonato Brasileiro desta maneira - amabas foram pelo mesmo placar (2 a 0).

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"Perdemos um jogo que o adversário chutou duas bolas no nosso gol. Criamos oportunidades para não perder o jogo. Tivemos três ou quatro bolas passando na pequena área, em pé de jogadores que não costumam errar. A bola não entrou. Nem na penalidade máxima (de Barcos), que era um momento excepcional nosso no jogo", afirmou Mano Menezes em entrevista coletiva.

"A pressão, com volume, com dificuldade na criação, mas na garra, com apoio da torcida. Era a hora de empatar e deixamos escapar. E depois, em outro contra-ataque, tomamos outro gol. Essas coisas acontecem, precisamos ter calma, baseado no conhecimento que temos. Saber analisar bem. Detalhes estão escapando e não podem escapar. Por isso que o adversário está sendo mais feliz que a gente, como foi nos últimos dois jogos", analisou o técnico celeste.

O foco do Cruzeiro agora é a Copa do Brasil. Nesta quarta-feira, enfrenta o Santos, no estádio da Vila Belmiro, em Santos, pela rodada de ida das quartas de final. Mano Menezes quer tranquilidade para que a equipe volte a vencer.

"Temos que ter tranquilidade, colocar as coisas no lugar. Se a equipe não estivesse criando, o problema seria na estruturação, na construção daquilo que se pensa em termos de tática para cada jogo. Mas está criando. Perdeu gols incríveis contra o Corinthians, hoje (domingo) de novo, gol de penalidade máxima, mas não sou aqueles que acham que é tão simples assim. Quando essas coisas acontecem, elas têm explicações, provavelmente não são as que as pessoas querem ouvir porque dirigem individualmente para esse ou aquele e futebol não é individual. É coletivo", reiterou o treinador.

 

 

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