Mantra do Arsenal, 'nunca diga morra', está ameaçado

O técnico Arsène Wenger enfrenta um dos maiores desafios de seu reinado de 15 anos depois que o Arsenal sofreu sua maior derrota em uma competição europeia na quarta-feira, e agora enfrenta a árdua tarefa de salvar algum sucesso tangível nessa temporada.

MIKE COLLETT, REUTERS

16 de fevereiro de 2012 | 12h36

Perder por 4 x 0 para o Milan na Liga dos Campeões foi sua mais pesada derrota desde que jogaram pela primeira vez na Europa em 1963, e os jornais britânicos na quinta-feira foram impiedosos em sua condenação do desempenho em campo.

Wenger -que costuma ser muito leal a seus jogadores, não importa a forma medíocre com que tenham jogado- foi atipicamente cruel, dizendo que a exibição foi "um desastre".

"Foi um resultado chocante e uma performance chocante. Foi daquelas noites que você nunca esquece. Nós fomos castigados e de forma merecida", disse Wenger.

"Nunca estivemos presentes no jogo, nos saímos de maneira medíocre na defesa e no ataque. Não houve um só momento nos 90 minutos que realmente estivemos no jogo, e foi sempre o mesmo problema, as bolas por cima e fomos vencidos. É difícil analisar, então é melhor não falar demais e analisar com a cabeça mais fria e reagrupar para o próximo jogo".

O Arsenal viaja para Sunderland para um embate no sábado pela quinta rodada da FA Cup.

Wenger acrescentou: "A temporada não acabou. Temos um grande jogo no sábado e é uma boa oportunidade de mostrar que temos caráter e força mental, que podemos responder depois de uma derrota tão chocante".

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