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Maradona é operado e ficará pelo menos uma semana na Venezuela

Ídolo argentino passou por uma cirurgia gástrica em Maracaibo

Estadão Conteúdo

16 de novembro de 2015 | 12h13

Um dos maiores jogadores de todos os tempos e maior astro da história do futebol argentino, Diego Armando Maradona foi submetido no último domingo a uma cirurgia gástrica em uma unidade de operação de obesidade e metabolismo de um hospital que fica em Maracaibo, na Venezuela, a cerca de 650 quilômetros da capital Caracas.

O procedimento foi realizado pelo cirurgião colombiano Carlos Felipe Chaux, que revelou que o ex-jogador passa bem. A operação foi uma revisão de uma cirurgia anterior realizada em 2005. "Por uma semana ele permanecerá na cidade e poderá receber alta amanhã (esta segunda-feira)", afirmou o médico, que é um prestigioso cirurgião bariátrico, sem dar maiores detalhes sobre o procedimento.

Chaux fez parte da equipe médica que operou Maradona em 2005, quando o campeão mundial de 1986 foi submetido a uma cirurgia de redução de estômago, em Cartagena, na Colômbia. Naquela época, o astro tinha problemas de obesidade mórbida associados com hipertensão e doença cardíaca. Na cirurgia feita há dez anos, o estômago do ex-atleta foi reduzido em 90% a 95% de seu tamanho.

Segundo Chaux, Maradona optou por ser operado na Venezuela, e não novamente na Colômbia, pelo fato de o Hospital Falcón de Maracaibo ser referência neste tipo de cirurgia. Fora isso, o ex-meia da seleção argentina é um admirador da Venezuela e do projeto socialista de governo do falecido presidente Hugo Chávez, assim como elogia de forma repetida o herdeiro do cargo, Nicolás Maduro.

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