Maradona não entra em acordo e deixa seleção argentina

Terminou mesmo na Copa do Mundo da África do Sul a passagem de Diego Maradona como técnico da seleção argentina. Após o treinador se reunir com o presidente da Federação Argentina de Futebol (AFA, na sigla em espanhol) Julio Grondona na segunda-feira, o porta-voz da entidade confirmou nesta terça a saída de Maradona.

AE, Agência Estado

27 de julho de 2010 | 18h23

Apesar de a AFA não ter se pronunciado sobre os motivos que levaram à não renovação com o ídolo argentino, Maradona já havia adiantado que não permaneceria no cargo caso mexessem em sua comissão técnica, intenção demonstrada por Grondona. Nesta terça, o dirigente se reuniu com o comitê executivo da entidade para definir a situação do treinador.

Maradona deixa assim o cargo que assumiu em 4 de novembro de 2008, após a renúncia do então treinador Alfio Basile. Foram 24 partidas à frente da seleção, com 18 vitórias e seis derrotas. No início de seu trabalho, o técnico teve dificuldades durante as Eliminatórias e classificou a Argentina para a Copa apenas no último jogo.

Na África do Sul, porém, Maradona foi um dos principais personagens do Mundial, liderando um time cheio de estrelas e tido como favorito ao título. A seleção foi bem até as quartas de final, quando caiu por 4 a 0 para a Alemanha, derrota que deixou o técnico em situação complicada, sendo bastante contestado pela opinião pública do país.

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