Maradona posta vídeo abatido e agradece apoio após perder o pai

Ex-jogador admite tristeza, mas diz: 'Voltarei pela Fifa'

Estadão Conteúdo

28 de julho de 2015 | 12h57

Diego Maradona negou estar deprimido e disse que só está passando por um momento ruim pela morte do seu pai, advertindo que quando voltar a trabalhar, o fará com tudo, incluindo o seu projeto de participar diretamente de mudanças na Fifa.

"Não é a depressão, não é que eu esteja mal com o mundo. Apenas tenho a tristeza de um filho grato e serei até o dia em que eu morrer", disse Maradona em vídeo reproduzido nas redes sociais, em que é visto abalado.

O pai de Maradona, que também se chamava Diego, morreu em 25 de junho aos 87 anos. "Ninguém pode saber o que eu estou sentindo por dentro pela perda de meu pai. Me cortaram um amor que pensei que era eterno e isso não se esquece tão facilmente", disse Maradona, de pé em um campo de futebol e com uma bola nos braços, o craque prometeu reagir ao baque. "Estou forte, não me vão quebrar, sou muito duro", acrescentou.

Maradona garantiu que logo estará de volta à ativa. "Eu voltarei com tudo. Eu voltarei a trabalhar, eu voltarei para a Fifa, eu voltarei para as pessoas árabes que me deram trabalho e, acima de tudo, voltarei para a minha família, porque sei que estão sofrendo tanto como eu".

Além da morte do seu pai, o craque e herói da conquista do título da Copa do Mundo de 1986 pela Argentina está envolvido em conflitos judiciais com sua ex-esposa Claudia Villafañe, mãe das suas filhas Dalma e Giannina. Maradona declarou suspeitar que ela ficou com propriedades e dinheiro dele sem o seu conhecimento.

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