Roman Kruchinin/AFP
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Maradona se oferece para treinar Argentina de graça

Ex-jogador do Boca Juniors e do Napoli comandou a seleção argentina na Copa do Mundo de 2010

Reuters

03 Julho 2018 | 09h17

O ídolo do futebol argentino Diego Maradona se ofereceu para treinar de graça a seleção do país, oito anos após sua última tentativa ter acabado em fracasso na Copa do Mundo da África do Sul. Maradona, que acompanhou os jogos da Argentina no Mundial da Rússia até a derrota por 4 x 3 para a França nas oitavas de final, foi perguntado se gostaria de ter uma outra oportunidade no cargo - apesar de o atual técnico, Jorge Sampaoli, ter contrato até 2022.

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"Sim, e eu trabalharia de graça", disse Maradona a uma emissora de TV venezuelana. "Eu não pediria nada em troca".

O ex-jogador do Boca Juniors e do Napoli treinou a Argentina na Copa do Mundo de 2010, em que sua equipe foi goleada por 4 x 0 pela Alemanha nas quartas de final. Desde então, o craque que levou os argentinos ao bicampeonato mundial em 1986 só treinou dois clubes dos Emirados Árabes Unidos.

Maradona é uma das figuras mais polêmicas do mundo do futebol, e ocupou as manchetes na Rússia por seu comportamento passional durante os jogos da Argentina. Ele foi responsável por algumas das imagens mais marcantes do torneio, comemorando vitórias mostrando os dedos médios para torcedores e até recebendo ajuda médica no camarote após sofrer uma queda de pressão.

"As pessoas acham que eu estou feliz, mas meu coração está pesado", disse Maradona sobre a eliminação argentina. "Me sinto realmente triste por ver tudo que foi construído com tanto esforço ser destruído tão facilmente".

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