Maradona vai torcer pela Argentina do hotel após ser acusado de pé-frio

Diego Maradona vai ficar no hotel para torcer por sua amada Argentina quando a seleção entrar em campo contra a Nigéria nesta quarta-feira, preferindo ficar longe do estádio após o presidente da federação argentina ter insinuado após o jogo contra o Irã que o ex-jogador seria pé-frio.

REUTERS

25 de junho de 2014 | 11h01

Julio Grondona disse que o brilhante gol marcado por Lionel Messi nos acréscimos do segundo tempo, no sábado, selando a presença dos sul-americanos nas oitavas de final da Copa do Mundo, saiu graças a saída do "pé-frio" Maradona do estádio.

O temperamental campeão mundial de 1986 respondeu imediatamente, mostrando o dedo para Grondona ao vivo na TV.

Maradona adotou um tom mais brando na terça-feira durante o programa de comentários sobre futebol "De zurda", transmitido pela TV venezuelana Telesur e a TV estatal argentina.

"Eu não quero ser um problema para o governo ou para aqueles que não querem que eu vá. Vou ficar no hotel assistindo pela TV", disse Maradona. "Eu nunca desejaria o mal para a Argentina."

Maradona ainda provoca reações apaixonadas na Argentina, onde é reverenciado por sua carreira fenomenal como jogador, mas atraiu críticas por sua malograda passagem como técnico da seleção, além do envolvimento com drogas e álcool.

(Reportagem de Alexandra Ulmer)

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