Sandro Vox/ Divulgação
Sandro Vox/ Divulgação

Maranhão prevê maior apoio da torcida do Flu com jogos em Mesquita

Em Volta Redonda, clube chegou a receber 492 pagantes

Estadão Conteúdo

11 de julho de 2016 | 18h22

Após sofrer com baixos públicos em seus últimos jogos como mandante, o Fluminense sonha com a sequência de partidas que mandará no Giulite Coutinho, estádio localizado em Mesquita (RJ) que o clube pretende estabelecer como sua nova casa enquanto o Maracanã está reservado para a Olimpíada do Rio de Janeiro.

O clube contou com público sofrível em duas das últimas três partidas em que atuou como mandante, tanto no Brasileirão como na Copa do Brasil. O caso mais preocupante foi o do jogo contra o Ypiranga, na última quarta, pela Copa do Brasil. Jogando no estádio Raulino de Oliveira, em Volta Redonda (RJ), o Fluminense levou apenas 492 pagantes ao local, sendo 832 no total.

Contra o Coritiba, pela 13ª e última rodada do Brasileirão, o time carioca foi acompanhado por somente 917 pagantes (1.826 torcedores no total). Mesmo quando jogou fora do estado do Rio, a equipe tricolor não empolgou a torcida. Contou com 4.721 pagantes no estádio Kléber Andrade, em Cariacica (ES), contra o Santos.

Sem sucesso nestes estádios, o clube passou a apostar no Giulite Coutinho, no bairro de Edson Passos. Para tanto, promoveu pequena reforma para preparar o estádio para os seus jogos no Brasileirão. A estreia da equipe carioca no local, neste Brasileirão, será contra o Cruzeiro, no próximo domingo.

"Ajuda muito ter a torcida em grande número e jogando ao nosso lado. Estávamos jogando longe do Rio, em Volta Redonda, o que dificulta a presença do torcida. Contra o Cruzeiro vamos poder atuar em Edson Passos, então creio que os tricolores vão comparecer para nos apoiar", afirma o meia-atacante Maranhão, confiante no apoio da torcida.

O jogador também se fia na atuação da equipe diante do Vitória, no domingo. Apesar do empate sem gols - o segundo seguido -, o Fluminense demonstrou uma nova postura, na avaliação de Maranhão.

"A equipe se portou bem, teve uma outra postura durante os 90 minutos. Tivemos algumas chances de gol. Infelizmente, a vitória não veio. Em uma competição longa como o Campeonato Brasileiro, é importante estar sempre pontuando", diz, ao valorizar o ponto somado longe de casa.

Encontrou algum erro? Entre em contato

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.