Marcelinho não teme pontepretanos

Marcelinho não se preocupa com possíveis provocações ou ameaças dos jogadores da Ponte Preta na partida desta quarta-feira à noite em Presidente Prudente. O meia alertou que o árbitro terá de ficar atento para evitar que problemas dessa natureza prejudiquem a partida. "Na partida de domingo eu fui bastante provocado, me passaram até a mão na cara e me disseram um monte de besteiras. Eu ouvi até um monte de coisas do banco de reservas da Ponte", lembrou Marcelinho. "Se eles vieram com violência, a televisão vai mostrar. Medo eu não tenho, e podemos tirar proveito disso, porque a Ponte poderá ter uns dois jogadores expulsos." O meia do Corinthians comentou ainda que ele é um dos mais provocados pelos adversários por causa da estatura. "Sé porque eu sou baixinho mesmo. Ninguém vai mexer ou ameaçar o João Carlos." O zagueiro e capitão do Corinthians, João Carlos, acha que a Ponte vai fazer de tudo para tirar a concentração de Marcelinho na partida. "Vão mexer com ele, provocar mesmo, mas estamos preparados para suportar essa estratégia deles", disse o zagueiro. O goleiro Maurício garantiu depois do treino de hoje, que está recuperado da contusão e não deverá ser problema para a partida desta quarta à noite. O goleiro reclamou da deficiência da iluminação dos refletores. "A luz fica em cima do goleiro e há sombras na área", disse Maurício.

Agencia Estado,

05 de junho de 2001 | 21h07

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