Marcelo Chamusca defende jogadores e nega 'oba oba' no Guarani após acesso

Guarani tenta busca explicações para a péssima atuação em Natal

Estadão Conteúdo

18 Outubro 2016 | 19h15

Goleado por 4 a 0 pelo ABC, no último domingo, na rodada de ida das semifinais da Série C do Campeonato Brasileiro, o Guarani tenta busca explicações para a péssima atuação em Natal. O placar elástico rendeu críticas às escolhas do técnico Marcelo Chamusca e à postura dos jogadores, que teriam se deixado levar pelo clima de festa pelo acesso à Série B.

Uma das principais reclamações da torcida é em relação à escalação do volante Zé Antônio, que já não havia feito uma boa partida no jogo de ida das quartas de final, quando o time foi derrotado por 3 a 1 pelo ASA, em Arapiraca (AL).

Outro detalhe que irritou torcedores foi o fato de alguns jogadores, como Ferreira e o próprio Zé Antônio, terem descolorido barbas e cabelos como promessa por conquistar o acesso. A atitude foi interpretada negativamente. Para Marcelo Chamusca, as críticas não são justas. "Nós ganhamos vários jogos com o Zé Antônio e cabelo não ganha nem perde jogo. Isso é uma das maiores imbecilidades que existe", disse o treinador.

O elenco do Guarani já está em Campinas (SP), mas ainda não começou a preparação para o duelo de volta, marcado para as 21 horas deste domingo, no estádio Brinco de Ouro. A representação será na manhã desta quarta-feira. A expectativa fica por conta do provável retorno do meia Renatinho, vetado pelo departamento médico para o jogo em Natal. Ele já melhorou e deve jogar, mas Wesley, também volante, ficará de fora por mais 10 dias pelo menos.

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