Miguel Schincariol/Estadão
Miguel Schincariol/Estadão

Técnico do Santos usa 'esquema' para passar instruções em jogo

Suspenso, treinador não poderia se comunicar com jogadores

O Estado de S. Paulo

31 de maio de 2015 | 16h44

Expulso na derrota para a Chapecoense, o técnico Marcelo Fernandes não pôde ficar no banco de reservas do Santos durante o empate com o Sport, neste domingo, na Vila Belmiro. Mesmo impedido de dar instruções à beira do campo, o treinador achou um método pouco ortodoxo para orientar a sua equipe.

Localizado em um camarote colado no banco de reservas santista, Fernandes conseguiu se comunicar com a comissão técnica através de um buraco presente na proteção de vidro do camarote. O artifício usado pelo técnico foi percebido pelo quarto árbitro do confronto, Leandro Bizzio Marinho, que relatou na súmula da partida ter repreendido Marcelo aos 18 minutos do primeiro tempo. Segundo Marinho, o treinador "mudou-se de local  e não foi mais visualizada qualquer outra atitude a respeito".

Em coletiva após a partida, Marcelo Fernandes se defendeu. "Eu pergunto onde é que eu poderia ficar, se não ali? O estádio permite que eu fique no camarote, outras arenas também são assim. Minha suspensão foi cumprida.”, afirmou. “Eu até fiquei em pé para evitar problemas, mas quando eu fui sentar o quarto árbitro veio reclamar e eu expliquei a ele a situação. Eu fiz o que tinha que fazer, fiquei fora do campo de jogo." 

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