Cesar Greco/Agência Palmeiras
Cesar Greco/Agência Palmeiras

Marcelo Oliveira faz pedido: 'Não podemos nos desesperar'

Técnico espera que o time mantenha o foco contra o Flamengo

Daniel Batista, O Estado de S.Paulo

15 de agosto de 2015 | 07h00

Foram três derrotas consecutivas no Campeonato Brasileiro e a euforia deu lugar a preocupação e incertezas no Palmeiras. A missão do técnico Marcelo Oliveira é evitar que a pressão por voltar a vencer atrapalhe ainda mais os jogadores e para isso, nada melhor do que demonstrar calma e pedir paciência para os torcedores. 

"Vínhamos de uma arrancada importante e jogamos contra equipes de tradição e de valor, mas eram jogos possíveis de vencermos ou pelo menos pontuarmos. Agora, é um momento novo e não podemos desesperar ou nos torturar. Temos de encontrar soluções e retomar o nosso caminho", avisou o treinador. 

Algo que pode ajudar a colocar o time nos trilhos é a conversa. O treinador reuniu o elenco no gramado e ficou por cerca de 28 minutos conversando com eles, distante da imprensa. "É o momento de trabalhar, dar força, mas de cobrar também. Temos que nos cobrar, porque passou da hora de retomar o nosso caminho. Ainda temos uma distância boa, mas ela pode aumentar", lembrou que o Palmeiras é o oitavo com 28 pontos, três a menos que o São Paulo, quarto colocado. O objetivo da equipe alviverde é conseguir acabar a próxima rodada no G-4 ou muito próximo.

Após a derrota por 2 a 1 para o Coritiba, o treinador disse que sentia o time com preciosismo exagerado e um pouco de soberba. Nesta sexta-feira, ele adotou outro discurso, mas pediu atenção da equipe. 

"Não tem nada de diferente. Todos treinam com muito apedido. Eu disse que antes de tomarmos o gol contra o Coritiba, tentamos muitas jogadas de efeito e que não era momento de fazer aquilo. Os jogadores estão comprometidos e temos de dar menos chances aos adversários e sermos mais decisivos", explicou.

Encontrou algum erro? Entre em contato

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.

Tendências:

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.