Heuler Andrey/Estadão
Heuler Andrey/Estadão

Marcelo Oliveira cobra equilíbrio psicológico do Palmeiras

Time perde Jackson e Robinho por expulsão contra o Atlético-PR

Daniel Batista, O Estado de S.Paulo

19 de novembro de 2015 | 07h05

Apesar da polêmica com a atuação da arbitragem, o técnico Marcelo Oliveira ficou preocupado com o fator psicológico do elenco do Palmeiras no empate em 3 a 3 com o Atlético-PR, quarta-feira, na Arena da Baixada. Jackson e Robinho foram expulsos e muitos jogadores demonstram bastante nervosismo durante a partida.

"Jogador tem de se controlar. Ficamos concentrados e trabalhando muito, com a expectativa de fazer coisas boas”, disse o treinador, que creditou parte do desequilíbrio ao árbitro (Dewson Fernando Freitas da Silva). “Se a arbitragem for mais equilibrada, pode ser que os times sejam mais equilibrados também.”

O desequilíbrio demonstrado pelos jogadores do Palmeiras durante a partida, lembrou a decisão do Campeonato Paulista contra o Santos, quando Dudu foi expulso após dar um empurrão no árbitro Guilherme Ceretta. O atacante, inclusive, foi um dos atletas que mais reclamaram durante o jogo em Curitiba, mas escapou de ser expulso.

O meia Robinho, expulso após comemorar o terceiro gol em direção ao árbitro, o ironizou ao final da partida. “Tem de perguntar para ele o que aconteceu. Ele é tão ruim que tomamos o gol, xingamos de todos os nomes e ele expulsou alguém?”, questionou. Após o jogo, o gerente de futebol, Cícero Souza, deu entrevista coletiva em que reclamou de Dewson, chamando-o de covarde, mas deixou claro que não creditava o resultado aos árbitros do jogo.

Com o resultado, o Palmeiras chegou aos 49 pontos e na 10ª colocação. O time diminuiu para cinco pontos a diferença para o Santos, quarto colocado, mas a equipe alvinegra ainda joga nesta quinta-feira, diante do Flamengo, na Vila Belmiro. O time alviverde retorna para São Paulo na tarde desta quinta e volta aos treinos na sexta. Sábado enfrenta o Cruzeiro, no Allianz Parque, sem Robinho e Jackson, expulsos.

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