Pablo La Rosa/Reuters
Pablo La Rosa/Reuters

Marcos admite falta de regularidade do Palmeiras

Goleiro vai para o ataque no final do jogo e diz que sofreu um pênalti ao ser empurrado

JULIANO COSTA, Agencia Estado

17 de junho de 2009 | 23h09

A história do jogo no Centenário poderia ter sido diferente se o árbitro Carlos Vera marcasse um pênalti no goleiro Marcos no finalzinho da partida. Você não leu errado: a infração foi sobre o camisa 12 do Palmeiras, que se mandou para o ataque no desespero para tentar o gol da classificação às semifinais da Copa Libertadores.    

 

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"Fui empurrado, mas o juiz não daria aquele pênalti nem a pau", disse Marcos. "Mesmo se matassem alguém na área ele não apitaria nada aqui e àquela altura do jogo", criticou o goleiro, após o empate sem gols com o Nacional, em Montevidéu. O resultado eliminou o Palmeiras da competição.

O goleiro reclamou também do fato do árbitro ter concedido apenas três minutos de acréscimo. "Eles [jogadores do Nacional] fizeram muita cera e o juiz não fez nada para coibir isso".

Marcos ressaltou, porém, que "não dá para dizer que o Palmeiras foi desclassificado por causa do juiz". Ele admitiu que esperava uma atuação melhor da equipe. "Pelo que jogamos contra o Cruzeiro, achei que jogaríamos mais aqui. O nosso problema é esse: fazemos um bom jogo e depois não conseguimos manter o mesmo nível. Precisamos ter mais regularidade".

Sincero, Marcos disse ainda que "teria sido mais justo ser desclassificado pelo Colo Colo ou pelo Sport, porque o time do Nacional é muito inferior ao nosso". E acrescentou: "Mas por mais que seja dolorido, temos que aceitar a derrota. Não adianta falar que nosso time é jovem porque o do Nacional também é. Tem é de levantar a cabeça e continuar trabalhando".

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