Marcos Assunção admite preocupação com bolas aéreas

No desembarque da delegação do Palmeiras em São Paulo, nesta quinta-feira, o volante Marcos Assunção admitiu preocupação com os seguidos gols em jogadas de bola aérea que o time tem sofrido no Brasileirão, como aconteceu no empate com o Atlético-PR, na noite anterior, em Curitiba. "A maioria dos gols que a gente leva é sempre nessas bolas. É algo que devemos nos preocupar mais ainda", afirmou o jogador, concordando com a avaliação do técnico Luiz Felipe Scolari sobre o principal problema defensivo palmeirense.

DANIEL BATISTA, Agência Estado

08 de setembro de 2011 | 14h10

No empate de 2 a 2 com o Atlético-PR, Marcos Assunção teve participação direta no primeiro gol do adversário, que saiu justamente numa cobrança de escanteio. Posicionado na primeira trave, ele tentou afastar o perigo e acabou cabeceando para trás. Aí, o atacante Guerrón recebeu a bola na segunda trave, sozinho, para marcar para o time paranaense.

"Meu posicionamento é normal, a gente treina aquela jogada sempre e é normal que a bola raspe na minha cabeça. Se eu não saltar, sempre antecipa um jogador deles", defendeu Marcos Assunção, que também lamentou o fato de Guerrón estar sozinho na área, sem, no entanto, apontar culpados pela falha palmeirense. "Mas também houve um erro na marcação."

Também durante o desembarque da delegação palmeirense, o atacante Kléber lamentou ter recebido o cartão amarelo diante do Atlético-PR, o que o deixa suspenso para o jogo contra o Inter, domingo, no Pacaembu. "É sempre difícil ficar fora por lesão, cartão. Mas faltam 16 rodadas e muita coisa pode acontecer. O negócio é ficar torcendo pelos companheiros no jogo com o Inter", afirmou.

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