Marcos diz que sucesso nos pênaltis é fruto do trabalho

O goleiro Marcos confirmou a fama de pegador de pênaltis nesta terça-feira e classificou o Palmeiras às quartas-de-final da Libertadores. O ídolo palmeirense defendeu três cobranças contra o Sport, na Ilha do Retiro, garantindo a vitória no confronto, depois da derrota por 1 a 0 no tempo regulamentar - no Palestra, o Palmeiras havia vencido por 1 a 0. Após brilhar mais uma vez em uma disputa de penalidades, Marcos negou que pênalti seja loteria.

AE, Agencia Estado

13 de maio de 2009 | 00h06

"Pênalti é trabalho. Treino muito isso, com o Bruno, Deola. Trabalhamos e hoje (terça-feira) colhemos o resultado", afirmou o goleiro pentacampeão pela seleção brasileira. "Ofereço essa classificação à minha mãe, meus familiares, meus filhos, não é todo dia que tenho uma partida como essa", disse. "Eu sabia que a gente ia tomar sufoco. Jogar com o Sport aqui é muito difícil. Mas fiz uma partida excelente e graças a Deus conseguimos sair vitoriosos."

Antes do desempenho impressionante nos pênaltis, porém, Marcos já havia se destacado durante o jogo, impedindo mais gols do Sport. Foram várias defesas importantes, algumas complicadas, mostrando que os reflexos do experiente goleiro estão em dia. Na hora de apontar o lance mais difícil, o capitão palmeirense foi sincero como sempre. "Com 36 anos, todas são difíceis. Dói tudo!", brincou.

Além de muito treinamento, Marcos lembrou que a superstição pelo número que o consagrou na Libertadores de 1999, quando o Palmeiras foi campeão, vem ajudando. "O número 12 está dando sorte, principalmente porque não me machuquei mais. Esse número vai comigo até o final da minha carreira", garantiu o goleiro, que, se depender de Luiz Gonzaga Belluzzo, ganhará uma homenagem em breve. "Vamos fazer um busto para o Marcos no Palestra", prometeu o presidente palmeirense.

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