Marcos lamenta e pede reforços

Mal o árbitro Cléber Abade apitou o final do primeiro tempo, os jogadores do Palmeiras tinham uma certeza: havia acabado o Campeonato Paulista de 2003. Bastaram os primeiros 16 minutos para o time já estar perdendo por 3 a 0. Cabisbaixo, Marcos confirmava a principal falha do plano tático combinado com Jair Picerni. Enquanto o goleiro dava entrevista o cruel placar do primeiro tempo estampava 4 a 1 para o Corinthians."Não tem jeito. A gente só não poderia dar espaço para o Kléber e para o Gil pela esquerda e foi exatamente o que fizemos. Eles jogaram à vontade e foi responsável por desmanchar a nossa defesa. Tomamos os gols que acabaram com a nossa chance de passar à final. Tínhamos de ganhar e deixamos o campo com três gols de desvantagem. E agora?", perguntava, desolado, Marcos.A maior estrela palmeirense era a imagem da tristeza. Sabia que agora só restavam os esporádicos jogos da Copa do Brasil antes da estréia na Segunda Divisão do Campeonato Brasileiro. "Mas precisamos de reforços. O time tem de melhorar para o que vem pela frente. Não dá para perder partidas importantes em 16 minutos", desabafava o goleiro.

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