Bruno Cantini/CAM
Bruno Cantini/CAM

Marcos Rocha é o favorito a ser chamado para vaga de Daniel Alves na seleção

Com titular suspenso, Tite deve anunciar substituto da lateral-direita nesta segunda

Ciro Campos, enviado especial a Montevidéu, O Estado de S.Paulo

24 de março de 2017 | 09h54

O lateral-direito do Atlético-MG Marcos Rocha é o favorito para ser convocado para a seleção brasileira no lugar de Daniel Alves, suspenso pelo segundo cartão amarelo e fora do próximo jogo das Eliminatórias da Copa, na terça-feira, contra o Paraguai. O técnico Tite deve confirmar o nome ainda nesta sexta-feira e aguardar a apresentação do substituto em São Paulo, onde o elenco está concentrado.

Mesmo com o chamado para repor a vaga de Daniel Alves, o lateral-direito ficará na reserva na próxima partida, que será disputada na Arena Corinthians. Marcos Rocha foi chamado por Tite para o amistoso de janeiro, com a Colômbia, no Rio, e teve passagens anteriores pela seleção brasileira. Naquela ocasião, o titular foi Fagner, do Corinthians, que deve novamente ser o escolhido para começar a partida.

Além disso, outro critério favorável à escolha do jogador do Atlético-MG como substituto de Daniel Alves é a logística, já que ele mora em Belo Horizonte e necessitaria de pouco tempo de deslocamento até se apresentar ao treinador. A comissão técnica também observou nos últimos meses o desempenho de Mariano, do Sevilla. Revelado pelo Fluminense, o jogador tem se destacado na Espanha, para onde auxiliares de Tite foram para assistir jogos do time.

No fim do ano passado, contra o Peru, a seleção brasileira teve de fazer substituição parecida após o lateral-esquerdo Marcelo levar o segundo cartão amarelo contra a Argentina e virar desfalque para enfrentar o Peru, dias depois. A escolha de Tite para repor a vaga foi por Fábio Santos, do Atlético-MG, que se apresentou logo depois do chamado e viajou com o grupo à capital peruana.

Encontrou algum erro? Entre em contato

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.