Ivan Storti / Santos FC
Ivan Storti / Santos FC

Marinho exalta a camisa do Santos e pede para ser lembrado pelo seu trabalho

Atacante afirma que não se sente frustrado por não ter sido convocado por Tite para a seleção brasileira

Redação, Estadão Conteúdo

28 de setembro de 2020 | 00h05

Marinho falou com a imprensa após o empate entre Santos e Fortaleza por 1 a 1, neste domingo, no estádio da Vila Belmiro, em Santos, pela 12.ª rodada do Campeonato Brasileiro. O atacante pediu para ser lembrado pelo trabalho apresentado dentro do campo e exaltou a história da camisa alvinegra, que já teve grandes nomes do futebol nacional.

"Orgulho maior é vestir essa camisa, um orgulho que é complicado falar, emoção muito grande por ser capitão do time. Mas capitão são todos que estão buscando, trabalhando, fazendo seu melhor. Silêncio foi mais para focar no trabalho, que todo mundo fale do Marinho mais pelo que faz no campo, momento meu de trabalhar, que meu nome não venha como meme, mas com meu trabalho mesmo em campo", disse.

O atacante, apontado como um dos principais destaques do Brasileirão, explicou o momento de silêncio após o empate contra o Botafogo, no domingo passado, no Rio de Janeiro. Na ocasião, Marinho ficou sozinho no gramado e gerou muitas especulações.

"A gente fica mal, para a gente pelo o que a gente criou, fiquei mal quando empata. Foi gosto de derrota, fiquei num momento meu, às vezes chega no vestiário e quer quebrar tudo, fiquei comigo mesmo desabafando ali", revelou.

Por fim, Marinho falou sobre a seleção brasileira e não se abateu por não ter sido convocado pelo técnico Tite na primeira lista visando as Eliminatórias da Copa do Mundo de 2022. "Essa coisa da seleção não me frustra, Deus sabe todas as coisas, faço meu trabalho no Santos e o que acontecer será lucro", finalizou.

Com Marinho, o Santos segue brigando pelas primeiras posições. O empate, no entanto, deixou a equipe na oitava posição, com 17 pontos.

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