Marquinho admite pressão no Flu após queda no Carioca

Dois meses depois do título do Campeonato Brasileiro, o Fluminense já está pressionado. A surpreendente eliminação para o Boavista na semifinal da Taça Guanabara - o primeiro turno do Campeonato Carioca -, se não gerou crise, acendeu o sinal de alerta nas Laranjeiras.

AE, Agência Estado

22 de fevereiro de 2011 | 20h17

A torcida está descontente com a insistência do técnico Muricy Ramalho em escalar o volante Edinho como titular, reclama da queda de produção do sistema defensivo tricolor e o técnico lamenta os muitos desfalques no ataque - Fred e Rodriguinho, contundidos, estão fora e Rafael Moura, com dores na região lombar, é dúvida.

A situação complicada na véspera do segundo jogo na Libertadores ameaça a paz dos jogadores - o Fluminense empatou por 2 a 2 com o Argentinos Juniors, em casa, na estreia. "Se não vencermos em casa, não vamos manter a parceria com torcida. Ela cobra bastante e tem o direito. Está apoiando e quer ver o time ganhando", disse o meia Marquinho.

"Precisamos dos três pontos, ainda mais na Libertadores. Depois, na próxima rodada, o jogo contra o América será fora do País e muito mais difícil. Temos de vencer de qualquer jeito", completou o jogador.

VISITA - O ex-atacante Washington, que anunciou sua aposentadoria no mês passado, foi nesta terça às Laranjeiras para transmitir confiança aos colegas. "Não é um momento fácil. Todos sabiam que esse começo ia ser assim. Os adversários entram em campo marcando mais por ser o atual campeão brasileiro. Precisamos vencer. Conversei com o pessoal, que está empolgado para fazer uma grande exibição", declarou.

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