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Marquinhos Gabriel chega ao Santos em busca de recomeço

Meia é apresentado no CT Rei Pelé após passagem pelo mundo árabe e quer reconquistar espaço no competitivo futebol brasileiro

SANCHES FILHO, O Estado de S. Paulo

26 de janeiro de 2015 | 13h33

Marquinhos Gabriel já foi comparado a Messi e Alexandre Pato quando atuava no Bahia, mas agora só quer saber de reconquistar espaço no futebol brasileiro. Nesta segunda-feira, ele foi apresentado como novo reforço do Santos após uma experiência ruim no futebol árabe, onde atuava pelo Al Nassr. Por isso, sonha com dias melhores no time paulista.

"Estava na Arábia Saudita, um país um pouco mais fechado. Financeiramente não me importava muito, eu queria jogar futebol e lá eu treinava muito e jogava pouco. Ficávamos só treinando por causa das paradas, tinha muitas competições de seleção, e não é o mesmo trabalho e expectativa que temos, aqui o futebol é muito mais desenvolvido. Minha motivação estava caindo", comentou.

O meia-atacante assinou com o Santos por empréstimo de uma temporada, mas no que depender de sua vontade neste início de trajetória, o vínculo será estendido. "Isso (desmotivação) fez com que eu escolhesse ficar no Brasil, mesmo que por um ano, mas quero ficar muito tempo aqui."

Marquinhos Gabriel terá sua segunda chance em um clube grande do futebol paulista. No primeiro semestre de 2014, ele estava no Palmeiras. Lá, teve um bom início de trajetória, mas logo caiu e foi negociado quando sequer era relacionado para algumas partidas. O jogador culpa uma lesão pela queda de rendimento.

"A passagem pelo Palmeiras durou apenas seis meses. Uma passagem no começo muito boa, depois acabei machucando quando tive uma sequência boa. Até você voltar, continuar jogando bem, pegar o ritmo, demora um pouco. Depois trocou o treinador, mas minha passagem por lá foi boa. Espero fazer uma bela temporada, com muito desejo de permanecer", comentou.

O meia-atacante foi um pedido do técnico Enderson Moreira, com quem trabalhou na base do Internacional, mas ele garantiu que sequer conversou com o novo comandante. "Nossa relação foi a melhor possível, trabalhamos um ano lá (no Inter). Na negociação não conversei com ele, quem negociou foi o meu empresário, mas é muito bom estar de volta aos trabalhos com ele. Espero fazer um belo trabalho no Santos."

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