André Palma Ribeiro/Avaí FC
André Palma Ribeiro/Avaí FC

Marquinhos quer se despedir do futebol devolvendo o Avaí à elite do Brasileiro

Ídolo da torcida, experiente meia anunciou que irá se aposentar ao final desta temporada

Estadão Conteúdo

21 de novembro de 2018 | 20h34

A quarta-feira em Florianópolis ficou marcada pela última entrevista coletiva de Marquinhos, de 37 anos, com a camisa do Avaí. Pelo menos como jogador. O camisa 10 já anunciou que vai se aposentar ao final desta temporada e pode deixar os gramados da Ressacada no próximo sábado, às 17 horas, com o acesso para a elite do Campeonato Brasileiro. Para isso, o meia depende apenas de um empate contra a Ponte Preta na 38.ª e última rodada da Série B.

Pela importância do jogo, Marquinhos garantiu que não está programada nenhuma festa após a partida. O jogador quis deixar claro que o foco principal é vencer e garantir a vaga no G-4. "Não tem nada programado. A gente não fez nada. Estamos concentrados só no jogo. Subindo o time, a festa fica para depois. A homenagem para Marquinhos fica para depois. O mais importante é o clube conseguir o acesso novamente para a Série A."

Marquinhos está desde 2013 no Avaí, mas já rodou por outros clubes do futebol brasileiro, como Flamengo, Grêmio, Santos, Atlético-MG e São Paulo. Mas foi na Ressacada que ele se identificou mais. "O maior time da minha vida, da minha carreira, é o Avaí. Tenho muito orgulho disso", disse o meia, que completou: "Não tem como não se emocionar. É um ciclo que ficou em campo. A história é vencedora, agora é buscar um grande jogo e carimbar o acesso".

A diretoria já se adiantou e as bilheterias da Ressacada estão abertas desde terça-feira. O ingresso mais caro custa R$ 100 e o mais barato R$ 40, enquanto menores de 12 anos pagam R$ 5 em qualquer setor do estádio. A expectativa é de casa cheia, com mais de 17 mil pessoas. "Sábado será um cenário difícil. Vamos enfrentar uma Ponte Preta muito forte. Estamos estudando muito o adversário. Penso na Ressacada lotada e todos conscientes da obrigação, do que representa a partida", completou Marquinhos.

Em campo, o técnico Geninho tem dosado os treinamentos. Para ele, agora não é o momento de correr o risco de forçar e perder algum jogador para o último jogo. "É a hora de conversar bastante e cuidar do aspecto psicológico. O emocional vai ser decisivo", previu.

 

 

Encontrou algum erro? Entre em contato

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.