Martino diz não ter como fugir do favoritismo do Barça

Gerardo Martino sabe da responsabilidade que tem em mãos. Pelo Newell''s Old Boys, chegava sempre como azarão. Mas no Barcelona tem que entrar em toda competição com uma obrigação de pelo menos brigar pelo título. Nesta quarta-feira, ele terá a experiência de disputar sua primeira final pelo clube, na primeira partida da Supercopa da Espanha, contra o Atlético de Madrid, na capital espanhola.

AE, Agência Estado

20 de agosto de 2013 | 16h17

"Dirigindo o Barça, as aspirações e obrigações passam sempre por ganhar. Assim, vamos tentar fazer o nosso melhor para podermos chegarmos ao título", disse Martino, nesta terça-feira, em entrevista coletiva pré-jogo. "No Barça é difícil não assumir o rótulo de favorito. Mas isso não significa que o título está garantido", completou ele.

A primeira decisão do ano na Espanha vai confrontar dois treinadores de estilos muito parecidos e do mesmo país, os argentinos Simeone e Martino. O técnico do Barça conhece bem seu adversário. "O Atlético de Madrid, por tudo que fez nos últimos tempos, por como joga, por como pressiona seus rivais, é um adversário duríssimo. É uma equipe muito intensa, tipicamente vertical", comentou Martino.

Questionado sobre a aguardada titularidade a Neymar, se esquivou: "Terá que esperar até a hora da partida", disse, respondendo aos jornalistas. A dúvida é principalmente porque Alexis e Pedro se saíram muito bem jogando junto com Messi nos 7 a 0 sobre o Levante, na estreia do Campeonato Espanhol, domingo.

Outro tema levantado na coletiva foi a substituição do craque argentino na primeira partida do ano, o que levantou dúvidas sobre a real condição física de Messi. "Está claro que falamos come ele e que eu também terei que ser cuidadoso o suficiente para não substituí-lo cinco vezes seguidas. É uma questão de equilíbrio", explicou Martino.

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