Matthäus só assina com Racing se mulher puder trabalhar

Técnico só vai trabalhar no time argentino se a mulher Liliana puder atuar como modelo no país

EFE

26 de outubro de 2009 | 13h57

O alemão Lothar Matthäus, que chegou a atuar no Brasil e fez parte da seleção de seu país, disse que aceita ser o novo técnico do argentino Racing Club de Avellaneda se sua mulher, Liliana, puder continuar desempenhando a profissão de modelo publicitária.

"O contrato está 80% pronto, mas há algumas coisas a esclarecer", disse Matthäus à edição de hoje do jornal Bild.

Um ponto-chave nas negociações é a possibilidade de a mulher do ex-jogador continuar trabalhando como modelo, o que a publicação ironizou ao dizer que Matthäus exige uma "cláusula para 'modelagem'" no contrato com o Racing. "Ela só irá se puder trabalhar lá como modelo", disse Matthäus.

A própria Liliana Matthäus declarou que quer continuar atuando. "Quero continuar trabalhando na minha profissão. Eles nos prometeram, mas temos que nos certificar", disse a mulher do ex-jogador.

Matthäus, por outro lado, afirmou que o Racing é um desafio interessante, mas disse que não está eufórico, já que, após sua experiência no Atlético Paranaense, no qual ficou por um mês, descobriu que não é fácil trabalhar longe da Europa.

Encontrou algum erro? Entre em contato

Tendências:

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.