Maxi diz que não joga no Grêmio, e clube vai à justiça

O atacante Maxi López afirmou na noite de segunda-feira que não jogará pelo Grêmio em 2010. Pretendido pela Lazio, da Itália, o argentino enviou um fax para o clube gaúcho, dizendo que não pretende voltar ao Brasil.

AE, Agencia Estado

05 de janeiro de 2010 | 11h05

A atitude de Maxi teve repercussão imediata, e o Grêmio pretende ir à justiça para resolver a questão. "Esse caso está entregue o departamento jurídico do Grêmio. Nós exercemos a cláusula de que poderíamos adquirir os direitos econômicos do Maxi", disse o diretor de Futebol do clube, Luis Onofre Meira ao SporTV.

O contrato de Maxi com o Grêmio terminaria no fim de dezembro, mas tinha uma cláusula que permitia ao clube gaúcho adquirir metade dos direitos econômicos do jogador. No dia 30 de dezembro, a diretoria gremista fez o depósito, e esperava que o jogador se reapresentasse.

"A postura dele sempre foi muito cordial nas relações com o Grêmio. Até o fim do Campeonato Brasileiro nós acreditávamos na possibilidade de ele continuar no clube", disse Luis Onofre Meira. Para o dirigente, a opinião da família e do empresário podem ter pesado na decisão do atleta.

"No dia 27 de dezembro, ele nos disse que estava confuso e que iria definir o futuro com sua família. Então, ontem ele nos avisou sobre sua decisão de não voltar", afirmou o Meira.

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