Médico que operou Ronaldo em 1999 diz que ele poderá voltar

Gérard Saillant diz que o atacante precisará, principalmente, saber qual é seu projeto para os próximos anos

EFE

14 de fevereiro de 2008 | 18h46

O médico Gérard Saillant, que operou o brasileiro Ronaldo de uma grave lesão no joelho direito em 1999, acha que o atacante do Milan poderá se recuperar de sua nova lesão. Saillant disse isso à emissora francesa RTL antes de passar à sala de cirurgia para auxiliar Eric Rolland, responsável pela operação para tratar do rompimento do tendão patelar do joelho esquerdo do fenômeno. Veja também: A trajetória de Ronaldo no futebol Em Paris, Ronaldo é internado para passar por cirurgia  Italianos enviam mensagens por celular ao jogador Ronaldo chega de muletas ao hospital  Jornais italianos questionam futuro de Ronaldo  Milan e Inter se unem pelo atacante  Histórico de lesões da carreira de Ronaldo  O drama de Ronaldo no Milan Ronaldo conseguirá superar mais uma contusão?Na quarta-feira, o jogador se machucou aos 15 minutos do segundo tempo da partida entre Milan e Livorno, pelo Italiano, pouco depois de entrar no gramado do Estádio San Siro no lugar de Gilardino. No lance em questão, ele subia para tentar um cabeceio na área. O curioso é que ele estava praticamente descartado do jogo, mas acabou relacionado de última hora pelo técnico Carlo Ancelotti. Diante do longo tempo de ausência, não está descartado que Ronaldo possa encerrar sua carreira, muito marcada pelas lesões. O atacante tem 31 anos. O Milan, que tinha contrato com o jogador até 30 de junho, deve oferecer a renovação. "Ronaldo pode se recuperar. É preciso saber qual seu projeto de carreira, se quer continuar ainda por alguns anos ou terminar cedo", comentou Saillant. "A decisão depende de sua lesão e da vontade do jogador de voltar a se esforçar e fazer novos sacrifícios. E saber que estas coisas são mais difíceis com 31 anos que aos 20", completou.

Tudo o que sabemos sobre:
RonaldoAC MilanCampeonato Italiano

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.