Reprodução/Facebook
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Médicos descartam ampliar amputação de perna de Jackson Follmann

Goleiro da Chapecoense já teve parte da perna direita removida

Estadão Conteúdo

10 de dezembro de 2016 | 19h15

Após o anúncio da transferência do jornalista Rafael Henzel da Unidade de Terapia Semi-Intensiva para o quarto do hospital, neste sábado, os médicos do Hospital San Vicente Fundación divulgaram mais uma boa notícia sobre os sobreviventes da tragédia aérea com o voo da Chapecoense na Colômbia: não será necessário ampliar a amputação da perna direita de Jackson Follmann.

Segundo informe da comissão médica, a partir de domingo, os pacientes começam a ser preparados para o retorno ao Brasil, mas o melhor quadro de momento não significa a prioridade no transporte. A volta ao País será feita de acordo com a particularidade de cada aeronave disponibilizada.

Mais cedo neste sábado, Henzel apresentou boa evolução e foi levado para o quarto. Segundo os responsáveis, ele respira sem cateter nasal ou suporte de oxigênio. Agora o jornalista precisa ser submetido a uma tomografia de tórax para assegurar a viabilidade do transporte de volta ao Brasil.

Já Follmann foi submetido a uma revisão cirúrgica na sexta-feira e os médicos descartaram uma ampliação da perna, pois a área não apresentou sinais de infecção. Por enquanto, o goleiro permanece com curativo, com necessidade de observação nas próximas horas, e a tendência é a "regularização" do procedimento em São Paulo.

Se na sexta-feira foi identificada a bactéria causadora da infecção urinaria no lateral Alan Ruschel, neste sábado os médicos informaram que o problema está sendo tratado com antibióticos. Agora a equipe estuda a logística para o transporte do atleta a Chapecó nos próximos dias.

O quadro que demanda maiores cuidados ainda é de Neto, que já consegue conversar e não precisa de drogas de suporte, mas segue em cuidados intensivos e com uma infecção. Um dia após ser desentubado, o zagueiro passou por um trabalho de ventilação mecânica não invasiva, melhorando o seu quadro pulmonar. A equipe médica ainda mantém o atleta em condição de alerta, principalmente nas próximas 24 horas.

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